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Tratamento de estrias em Vitória ES: o que tem evidência e o que esperar

Estrias são cicatrizes da pele e, como toda cicatriz, não desaparecem por completo — mas podem ficar bem menos visíveis. Os recursos com melhor respaldo científico são o microagulhamento, a radiofrequência microagulhada e os tratamentos tópicos com retinoides e ácidos, geralmente combinados. A fase da estria (vermelha ou branca), a região do corpo e o tom de pele definem o plano, que é decidido na avaliação com a Dra. Pauline Lyrio.

 

Conteúdo revisado por Dra. Pauline Lyrio — Dermatologista · CRM/ES 10809 · RQE 8532. Especialização em Tricologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Membro da SBD e da AAD. Última atualização: 23 de setembro de 2026.

 

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O que são estrias e por que elas aparecem

A estria é uma cicatriz que se forma quando a pele estica ou encolhe rápido demais. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), trata-se de uma atrofia da pele adquirida: as fibras elásticas e colágenas da derme, responsáveis pela firmeza, se rompem e o organismo as substitui por tecido cicatricial. O resultado são linhas estreitas, mais frequentes nas nádegas, coxas, abdômen, seios e costas, e mais comuns em mulheres — embora homens também as tenham.

 

Nem todo mundo que estica a pele desenvolve estrias. As oscilações hormonais parecem ter um papel, e a tendência familiar aumenta o risco, como descreve a American Academy of Dermatology (AAD). As situações em que elas mais aparecem são:

 

  • Estirão de crescimento na puberdade — em meninas e meninos;
     

  • Gravidez — sobretudo no abdômen, nos seios e nas coxas;
     

  • Ganho ou perda rápida de peso, incluindo a obesidade;
     

  • Ganho muscular acelerado na musculação;
     

  • Uso prolongado de corticoides, em creme, comprimido ou injeção;
     

  • Expansores de pele ou próteses, como as de mama, que distendem a pele de forma abrupta;
     

  • Doenças que alteram o cortisol ou o tecido conjuntivo, como a síndrome de Cushing e a síndrome de Marfan.

 

Estrias vermelhas (rubras) e brancas (albas): por que a fase muda o tratamento

Toda estria passa por duas fases. No início, ela é rubra: avermelhada, rosada, arroxeada ou marrom-escura, conforme o tom da pele, às vezes levemente elevada e com coceira. É a fase inflamatória, em que a pele ainda tem vasos dilatados e responde melhor aos estímulos de colágeno. Com os meses, a cor esmaece e a estria afunda, virando a alba: esbranquiçada ou prateada, mais fina que a pele ao redor — se você passar o dedo, sente uma leve depressão. A alba é uma cicatriz madura e, por isso, mais difícil de tratar.

 

Em peles morenas e negras, a estria pode se apresentar mais escura que a pele ao redor (às vezes chamada de nigra). Nesses casos, o cuidado com o risco de manchas pós-procedimento é o que mais pesa na escolha do método, como explicado mais adiante.

 

Quando a estria merece investigação, e não só tratamento estético

Estrias que surgem sem uma causa clara — sem gravidez, sem mudança de peso, sem musculação — pedem uma consulta que vá além da estética. Estrias largas, arroxeadas e numerosas, principalmente quando acompanhadas de ganho de peso concentrado no tronco, fraqueza, hematomas fáceis ou pressão alta, podem ser um sinal de excesso de cortisol (síndrome de Cushing) ou de uso continuado de corticoide, inclusive em cremes. A avaliação dermatológica identifica esses casos e, quando necessário, encaminha a investigação hormonal. Só depois de esclarecida a causa faz sentido tratar a marca.

 

Como é a avaliação no consultório

A consulta começa pelo exame das estrias: fase (rubra ou alba), largura, profundidade, extensão e região do corpo. A Dra. Pauline Lyrio considera também o fototipo (tom de pele), o histórico de manchas após procedimentos, gestação ou amamentação em curso, uso de medicamentos e o que a paciente espera do resultado. A partir disso, o plano combina tratamento em consultório com cuidados em casa — e define, com honestidade, o que pode melhorar e o que não vai mudar.

 

O tratamento de estrias faz parte da dermatologia estética praticada no consultório, e é frequente que a avaliação abranja outras queixas da mesma região, como flacidez e celulite.

 

Quais tratamentos têm evidência para estrias?

A resposta curta é: vários funcionam parcialmente, nenhum funciona sozinho para todo mundo. Uma revisão sistemática publicada em 2025 nas Actas Dermo-Sifiliográficas analisou 69 estudos sobre estrias — 20 de tratamentos tópicos, 35 de lasers e aparelhos de energia e 14 de outras técnicas — e concluiu que a evidência não permite eleger um tratamento único: a tretinoína e o ácido glicólico melhoram sobretudo as estrias recentes; lasers e radiofrequência com microagulhas apresentam bons resultados; e a combinação de recursos tende a render mais do que qualquer método isolado. A seguir, o que cada opção oferece.

 

Tratamento tópico: tretinoína e ácidos

A tretinoína (um retinoide de prescrição) é o tópico mais estudado. A AAD cita um estudo em que a aplicação noturna do creme por 24 semanas deixou estrias recentes menos visíveis, enquanto, no grupo sem o creme, as estrias aumentaram. O ácido hialurônico tópico também mostrou benefício em estrias iniciais, e o ácido glicólico aparece entre os tópicos com melhora documentada. Duas ressalvas importantes: o efeito é maior nas estrias rubras e discreto nas albas, e retinoides não devem ser usados na gravidez nem na amamentação. Muitos cremes e óleos vendidos como "antiestrias" não mostraram resultado algum nos estudos, segundo a AAD.

 

Microagulhamento

O microagulhamento cria microperfurações controladas na pele com agulhas finas e estéreis, o que desencadeia a produção de colágeno e elastina justamente onde as fibras se romperam. É uma das técnicas mais bem estudadas para estrias: uma meta-análise publicada em 2025 na Lasers in Medical Science, com 6 ensaios randomizados e 166 pacientes, comparou microagulhamento e laser fracionado de CO₂ e encontrou melhora clínica em mais de 70% dos pacientes com as duas técnicas, sem diferença significativa em eficácia ou satisfação — mas com hiperpigmentação pós-inflamatória significativamente mais frequente no grupo do laser. Em uma cidade de sol forte o ano inteiro como Vitória, esse dado de segurança pesa na escolha. No consultório, o microagulhamento é feito com caneta de microinfusão (MMP), não com rolo; o procedimento, as indicações e os cuidados estão detalhados na página sobre microagulhamento.

 

Radiofrequência microagulhada (Evolla)

A radiofrequência microagulhada une as microperfurações do microagulhamento à emissão de calor por radiofrequência na profundidade da derme, estimulando colágeno em camadas. No consultório, ela é feita com a plataforma Evolla, que passou a integrar os protocolos da clínica em 2026, usando o aplicador corporal microagulhado (Evolla XL), de profundidade regulável. O equipamento está regularizado na Anvisa sob o registro nº 80520099026, na classe II (médio risco), com vigência desde fevereiro de 2025 e fabricação nacional, segundo os dados da própria agência. O fabricante lista as estrias entre as aplicações desse aplicador; a profundidade, a energia e o número de sessões em cada caso são decisões da avaliação, não do catálogo do aparelho. Uma explicação da tecnologia está no artigo o que é o Evolla.

 

Para estrias brancas, a evidência é favorável, ainda que baseada em estudos pequenos. Um ensaio randomizado publicado na Lasers in Medical Science comparou, em 14 mulheres com estrias albas de gestação, a radiofrequência microagulhada e um laser fracionado não ablativo, em três sessões com intervalo de seis semanas: a radiofrequência foi clinicamente mais eficaz e produziu mais colágeno e fibras elásticas na análise histológica, sem diferença na satisfação ou na pigmentação — porém com dor significativamente maior durante a sessão. Uma meta-análise de 2024 no mesmo periódico chegou a conclusão parecida ao comparar a radiofrequência microagulhada com o laser de CO₂: eficácia semelhante e menos hiperpigmentação com a radiofrequência.

 

Por ser um procedimento médico, e não um tratamento cosmético, a radiofrequência microagulhada exige técnica e equipamento adequados: em 15 de outubro de 2025 a FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, publicou um alerta de segurança sobre complicações — queimaduras, cicatrizes, perda de gordura e lesão de nervos — associadas a usos inadequados da tecnologia, e reforçou que ela deve ser realizada por profissional de saúde habilitado e treinado no aparelho. No consultório, quem realiza o procedimento é a Dra. Pauline Lyrio.

 

Peelings químicos

Os peelings com ácido glicólico, ácido retinoico ou ácido tricloroacético (TCA) promovem uma renovação controlada da pele e estimulam colágeno; a revisão das Actas Dermo-Sifiliográficas registra melhora com o ácido glicólico, principalmente em estrias recentes. No consultório, o peeling corporal costuma entrar como complemento — entre sessões de microagulhamento, por exemplo —; o ácido e a intensidade do peeling são escolhidos na avaliação, porque peelings mais profundos aumentam o risco de manchas. A página sobre peeling químico explica como ele é feito no consultório e para que mais serve.

 

Lasers e outras tecnologias

A SBD lista, entre os recursos estudados para estrias, diversos tipos de luz e laser — laser de corante pulsado para a vermelhidão das estrias rubras, luz intensa pulsada, Nd:YAG e lasers fracionados ablativos e não ablativos —, além de microdermoabrasão, ultrassom e radiofrequência. Os estudos mostram que os lasers fracionados melhoram a textura das estrias, com eficácia comparável à do microagulhamento; a diferença aparece na segurança, já que os ablativos, como o de CO₂, carregam risco maior de manchas em peles morenas e negras, e no custo e no tempo de recuperação. No consultório, o tratamento de estrias é feito com microagulhamento, radiofrequência microagulhada e peeling — esses lasers não fazem parte do arsenal usado para estrias aqui. Quando a avaliação indicar que um laser específico seria a melhor opção para o caso, a Dra. Pauline orienta sobre a alternativa.

 

Bioestimuladores de colágeno

Injetáveis que estimulam a produção de colágeno, como o ácido poli-L-lático, começaram a ser estudados em estrias. Um ensaio randomizado publicado em 2025 no Journal of Cosmetic Dermatology acompanhou 40 mulheres com estrias abdominais, divididas entre grupo sem tratamento, ácido poli-L-lático, laser e a combinação dos dois, em três sessões mensais, e observou redução maior do volume das estrias com o ácido poli-L-lático do que com um laser fracionado não ablativo, com a melhor pontuação geral na combinação dos dois. É uma linha promissora, ainda com poucos estudos. No consultório, o ácido poli-L-lático é usado para a flacidez corporal: quando a estria vem acompanhada de flacidez, o raciocínio é o do Sculptra corporal para flacidez — estimular a pele a produzir sustentação própria —, com a indicação definida na avaliação.

 

Combinações

Na prática, o plano costuma combinar um procedimento em consultório com um tópico de uso diário — microagulhamento com tretinoína entre as sessões, radiofrequência microagulhada alternada com peeling, ou procedimento seguido de ativos aplicados sobre a pele perfurada (drug delivery). A revisão de 2025 e a AAD convergem no mesmo ponto: a combinação de técnicas rende mais do que qualquer uma isolada, e o dermatologista pode usar mais de um procedimento no mesmo tratamento.

 

O que esperar dos resultados

A meta é uma estria mais fina, mais rasa e mais próxima da cor da pele — não uma pele sem marca. Uma revisão sistemática publicada no Journal of the American Academy of Dermatology avaliou 74 estudos e concluiu que nenhum tratamento se mostrou completamente eficaz, com a ressalva de que a maioria das pesquisas é pequena e usa protocolos e medidas diferentes. Dentro desse limite, é realista esperar melhora perceptível na textura e na cor, maior nas estrias recentes do que nas antigas, e maior quanto melhor a adesão ao plano.

 

O resultado é gradual: como o colágeno novo leva semanas para se formar, a diferença aparece ao longo das sessões e continua evoluindo por alguns meses depois da última. Nos estudos, os protocolos variam de três a mais sessões, com intervalos de quatro a seis semanas; o número no seu caso depende do tipo de estria, da extensão e da técnica escolhida. Os resultados variam de pessoa para pessoa, e uma parcela das estrias, sobretudo albas muito antigas e largas, responde pouco.

 

Cuidados antes e depois do tratamento

  • Sol: evite bronzear a região nas semanas anteriores e posteriores e use protetor solar diariamente na área tratada. A pele bronzeada mancha com mais facilidade após microagulhamento, radiofrequência e peelings, e a AAD lembra que o bronzeado não disfarça estrias — ao contrário, as evidencia, porque a cicatriz não escurece como a pele ao redor. Em Vitória, esse é o cuidado que mais protege o resultado.
     

  • Gestação e amamentação: informe na consulta. Retinoides tópicos são contraindicados nesses períodos, e os procedimentos costumam ser adiados para depois.
     

  • Medicamentos: quem usa isotretinoína oral, anticoagulantes ou tem histórico de queloide precisa de avaliação específica antes de procedimentos.
     

  • Conforto: anestésico tópico pode ser usado antes do microagulhamento e da radiofrequência microagulhada; o desconforto varia com a técnica e a sensibilidade de cada pessoa.
     

  • Depois da sessão: vermelhidão, inchaço e sensibilidade são esperados e costumam durar de horas a poucos dias, segundo a AAD; pequenos pontos de sangramento ou hematoma podem ocorrer com as técnicas microagulhadas. Nesse período, evite calor intenso, piscina, exercício vigoroso e produtos irritantes na área.
     

  • Uso domiciliar: o tópico prescrito (tretinoína ou ácidos) é retomado conforme a orientação, geralmente alguns dias após cada procedimento.

 

Estrias na gravidez: o que fazer e o que evitar

As estrias de gestação são uma das queixas mais frequentes no consultório. Durante a gravidez, o tratamento é conservador: retinoides, lasers e procedimentos ficam para depois do parto e da amamentação, e a prioridade é a hidratação e a fotoproteção. Sobre prevenção, a evidência é modesta. A SBD observa que o uso de hidratantes na gestação é prática comum e boa para a qualidade da pele, embora não haja comprovação científica de que previna estrias; a AAD registra que óleo de amêndoas, manteiga de cacau, azeite e vitamina E não preveniram nem clarearam estrias nos estudos, e que produtos com centella asiática ou ácido hialurônico talvez ajudem a prevenir. O que mais reduz o risco é controlar o ganho de peso dentro do recomendado pelo pré-natal. Se as estrias já apareceram, a fase rubra do pós-parto é o melhor momento para começar o tratamento — sempre com liberação do obstetra se ainda estiver amamentando.

 

Estrias raramente vêm sozinhas: flacidez, celulite e outras queixas do corpo

As mesmas situações que causam estrias — gestação, oscilação de peso, envelhecimento da pele — costumam trazer outras alterações na mesma região, e a avaliação leva tudo em conta. A celulite tem causas e tratamentos próprios, distintos dos das estrias, embora as duas possam coexistir nas coxas e nos glúteos. A flacidez de pele pode ser abordada com bioestimuladores e tecnologias de energia. A gordura localizada segue regras regulatórias específicas, explicadas na página de intradermoterapia e aplicação de enzimas — e, no caso da papada, um medicamento à base de ácido desoxicólico (Kybella/Belkyra) foi aprovado com indicação em bula restrita a essa região. Tratar cada queixa pelo que ela é, e não com um único protocolo para tudo, é o que sustenta um resultado natural. A visão geral dessas queixas, e de como a avaliação separa uma da outra, está na página de procedimentos corporais.

 

Perguntas frequentes sobre tratamento de estrias

 

Estria branca tem tratamento ou só a vermelha?

As duas têm, mas a resposta é diferente. A estria vermelha ainda está em fase inflamatória e responde melhor a tópicos e procedimentos; a branca é uma cicatriz madura, com derme afinada, e depende de técnicas que estimulem colágeno em profundidade — microagulhamento, radiofrequência microagulhada, lasers fracionados —, geralmente em mais sessões e com melhora mais discreta. Por isso a orientação da SBD é tratar o quanto antes, ainda na fase rosada.

 

Óleo de amêndoas, manteiga de cacau ou creme de farmácia resolvem estrias?

Não. Nos estudos citados pela AAD, óleo de amêndoas, manteiga de cacau, azeite e vitamina E não clarearam estrias existentes nem impediram o surgimento de novas. Os tópicos com evidência são os de prescrição — tretinoína, ácido hialurônico e ácido glicólico —, aplicados nas estrias recentes, todos os dias, por semanas.

 

Microagulhamento ou laser: qual é mais seguro para pele morena ou negra?

Para estrias, as meta-análises mostram eficácia semelhante entre microagulhamento e laser fracionado de CO₂, com hiperpigmentação pós-inflamatória significativamente mais frequente após o laser. Por isso, em fototipos mais altos, o microagulhamento e a radiofrequência microagulhada tendem a ser a primeira escolha, com parâmetros ajustados e fotoproteção rigorosa. A decisão final considera também a fase da estria e a região tratada.

 

Estrias que apareceram de repente, largas e roxas, são motivo de preocupação?

Podem ser. Estrias largas, arroxeadas e numerosas sem causa aparente, sobretudo com ganho de peso no tronco, fraqueza muscular ou pressão alta, podem indicar excesso de cortisol, por doença ou por uso prolongado de corticoide. Nesses casos, a consulta serve primeiro para investigar a causa — e o tratamento estético vem depois.

 

Homens também tratam estrias?

Sim. Em homens, as estrias costumam aparecer na adolescência (costas, ombros e coxas) e com o ganho muscular rápido na musculação. Os princípios do tratamento são os mesmos: quanto mais recente a estria, melhor a resposta, e a escolha da técnica leva em conta o tom da pele e a região.

 

Posso fazer o tratamento no verão?

Pode, desde que a área tratada não esteja bronzeada e seja protegida do sol depois. Em Vitória, onde o sol é forte o ano inteiro, a regra vale em qualquer estação: para regiões expostas na praia, como abdômen e coxas, muitas pacientes preferem concentrar as sessões nos meses em que passam menos tempo ao sol. A Dra. Pauline ajusta o calendário conforme a rotina de cada pessoa.

 

Tratamento de estrias em Vitória e na Grande Vitória

A Dra. Pauline Lyrio atende pacientes de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Guarapari no Centro da Praia Shopping, na Praia do Canto (Av. Nossa Sra. da Penha, 570, 4º andar, sala 409), com estacionamento no próprio shopping. O clima quente e a rotina de praia da região tornam a fotoproteção e o planejamento das sessões parte do tratamento. Dúvidas sobre atendimento, convênios e reembolso estão nas perguntas frequentes.

 

Agende sua avaliação com a Dra. Pauline Lyrio

Se as estrias incomodam você, o primeiro passo é uma avaliação para identificar a fase, descartar causas que mereçam investigação e montar um plano com respaldo científico para o seu tipo de pele. Agende sua avaliação pelo WhatsApp ou pela página de agendamento online. A Dra. Pauline Lyrio fez residência médica em Dermatologia na Santa Casa de Misericórdia de Vitória (HSCMV) e pós-graduação no Hospital Israelita Albert Einstein (tricologia e cosmiatria); é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology.

 

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. A indicação de cada tratamento depende de avaliação individual, e os resultados variam de pessoa para pessoa. Conteúdo revisado por Dra. Pauline Lyrio — Dermatologista · CRM/ES 10809 · RQE 8532. Especialização em Tricologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Membro da SBD e da AAD. Última atualização: 23 de setembro de 2026.

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