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Remoção de verrugas e pequenas lesões de pele em Vitória ES

Em Vitória ES, a Dra. Pauline Lyrio remove verrugas por eletrocoagulação e pequenas lesões benignas de pele por eletrocauterização, em procedimentos de consultório feitos por ela mesma. Antes de qualquer remoção, a lesão é avaliada com exame da pele e dermatoscopia, e o que deixa dúvida diagnóstica é investigado antes de ser tratado.

 

Conteúdo revisado por Dra. Pauline Lyrio — Dermatologista · CRM/ES 10809 · RQE 8532. Especialização em Tricologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Membro da SBD e da AAD. Última atualização: 29 de setembro de 2026.

 

Quais lesões podem ser removidas no consultório?

No consultório, as remoções são de pequeno porte, feitas dentro do acompanhamento dermatológico e sempre depois de o diagnóstico estar claro. Entram nesse grupo:

 

Verrugas virais

As verrugas comuns da pele são causadas pelo HPV, costumam ser ásperas e aparecem com frequência nas mãos, nos dedos, nos pés e ao redor das unhas. Quando indicado, são removidas por eletrocoagulação — a Academia Americana de Dermatologia (AAD) descreve a eletrocirurgia entre os tratamentos feitos em consultório para as verrugas comuns, plantares e filiformes. A mesma academia lembra que é mais fácil tratar quando as verrugas são poucas e pequenas, e que a avaliação não deve esperar quando a verruga está no rosto, muda de aspecto, dói, coça ou sangra, quando são muitas, quando há dúvida sobre o que é a lesão, quando o tratamento de farmácia não funcionou ou em quem tem diabetes ou imunidade baixa. Como elas se confundem com outras lesões, vale conhecer a verruga ou queratose seborreica: como diferenciar. Verrugas na região genital têm avaliação própria, em serviço especializado.

 

Verrugas pretas no rosto (dermatose papulosa nigra)

As pequenas pápulas escuras do rosto e do pescoço, muito comuns em peles negras e pardas, não são verrugas virais e têm página própria: verrugas pretas e dermatose papulosa nigra.

 

Outras pequenas lesões benignas

Pequenas lesões benignas da pele podem ser removidas por eletrocauterização, quando indicada e depois de confirmado o diagnóstico. Alterações das unhas, como a unha encravada, têm avaliação e tratamento descritos na página de doenças das unhas.

 

Pintas e sinais não entram nesse grupo: antes de qualquer procedimento, pintas e sinais que mudaram são avaliados como possíveis sinais de câncer de pele.

 

Como é feita a eletrocoagulação?

A eletrocoagulação e a eletrocauterização usam energia elétrica de baixa potência para destruir o tecido da lesão de forma controlada. A lesão seca e forma uma crosta, que se desprende durante a cicatrização. O procedimento é feito pessoalmente pela Dra. Pauline, no consultório.

 

A necessidade de anestésico é definida na avaliação — quando indicado, ele pode ser usado para o conforto durante o procedimento. O número de sessões depende do tipo, do tamanho e da quantidade de lesões e também é definido na avaliação.

 

A eletrocoagulação não substitui a cirurgia quando ela é necessária: lesões maiores, profundas ou que precisam de análise do tecido seguem outro caminho, orientado na consulta. A atuação da Dra. Pauline é voltada a procedimentos de pequeno porte, integrados ao cuidado dermatológico contínuo. Casos que exigem cirurgias de maior complexidade são orientados e encaminhados a serviços especializados, sempre com transparência sobre a conduta adequada para a sua situação.

 

Como é a recuperação?

Segundo a AAD, depois da eletrocirurgia o local fica dolorido, inchado e com a cor alterada, e pode sangrar um pouco. Forma-se uma crosta, que cai sozinha e não deve ser arrancada. Os cuidados com a ferida — limpeza, curativo quando necessário e hidratação — são entregues por escrito, de acordo com o seu caso.

 

Seguir os cuidados orientados ajuda a prevenir cicatrizes, manchas escuras e áreas mais claras, lembra a AAD ao falar dos tratamentos de verruga. Em peles morenas e negras, a atenção à cor da pele é maior, e o sol de Vitória pesa contra: a fotoproteção da área tratada faz parte do tratamento até a pele se recuperar por completo. Quem tem tendência a cicatrizes elevadas deve avisar na consulta, porque até feridas pequenas podem evoluir para queloide — veja o tratamento do queloide.

 

Quando a lesão precisa ser analisada antes de qualquer procedimento?

Nem toda lesão pode ser cauterizada. Uma lesão que cresce, muda de cor ou de formato, sangra sem motivo ou não cicatriza precisa de diagnóstico antes de qualquer tratamento — remover sem saber o que é pode atrasar o diagnóstico de um câncer de pele e impede que o tecido seja examinado.

 

Na consulta, a Dra. Pauline examina a pele e usa a dermatoscopia — exame não invasivo, feito com um aparelho de aumento e luz — para diferenciar as lesões. Quando a dúvida persiste, a biópsia é indicada, com a orientação sobre onde fazê-la e o acompanhamento do resultado. A página de câncer de pele explica quando uma lesão precisa ser analisada e quais sinais pedem avaliação rápida.

 

Remoção de verrugas e lesões de pele em Vitória e Região Metropolitana

A Dra. Pauline Lyrio atende no Centro da Praia Shopping, na Praia do Canto, em Vitória, e recebe pacientes de Vila Velha, Serra, Cariacica e Guarapari, de segunda a sexta, das 08:00 às 18:00. Todo procedimento é realizado pessoalmente por ela, com protocolos de biossegurança e orientações claras de cuidados antes e depois. A indicação e os resultados dependem da avaliação individual de cada caso.

 

Perguntas frequentes

 

Qualquer lesão pode ser cauterizada?

Não. Lesão com dúvida diagnóstica é avaliada primeiro, com exame da pele e dermatoscopia, e, quando necessário, a biópsia é indicada antes de qualquer tratamento. Só lesões benignas, com diagnóstico claro, são removidas por eletrocoagulação ou eletrocauterização.

 

A remoção dói? Precisa de anestesia?

O desconforto costuma ser pequeno e passageiro. A necessidade de anestésico é definida na avaliação, conforme o tipo, o tamanho e o local da lesão, e ele pode ser usado para o conforto durante o procedimento.

 

Fica marca depois de remover uma verruga?

Pode ficar. A AAD lista o clareamento, o escurecimento e a cicatriz entre os efeitos possíveis dos tratamentos de verruga. Seguir os cuidados orientados e proteger a área do sol reduz esse risco — sobretudo em peles morenas e negras.

 

A verruga pode voltar depois de removida?

Pode. A verruga é causada por um vírus, e novas lesões podem surgir no mesmo local ou em outros pontos da pele, por autocontaminação — a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) cita esse risco entre os motivos para tratar as verrugas. Por isso o acompanhamento é importante e, às vezes, mais de uma sessão é necessária.

 

O plano de saúde cobre a remoção?

O atendimento é particular: a clínica não trabalha com convênios, mas entrega a documentação para você pedir o reembolso quando o seu contrato prevê essa cobertura. Remoções com finalidade exclusivamente estética ficam fora da cobertura obrigatória dos planos (Lei nº 9.656/1998, art. 10). Veja como funcionam o atendimento particular e o reembolso.

 

Agende sua avaliação

Para avaliar uma lesão ou esclarecer a necessidade de um procedimento, agende uma consulta com a Dra. Pauline Lyrio pelo WhatsApp (27) 99707-0222. Conheça também a página de dermatologia clínica em Vitória ES.

 

Conteúdo revisado por Dra. Pauline Lyrio — Dermatologista · CRM/ES 10809 · RQE 8532. Especialização em Tricologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Membro da SBD e da AAD. Última atualização: 29 de setembro de 2026.

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