Dermatologia clínica em Vitória ES: diagnóstico e tratamento de doenças da pele
A dermatologia clínica é a área médica que diagnostica e trata as doenças da pele, dos cabelos, das unhas e das mucosas. Na Clínica Dra. Pauline Lyrio, em Vitória ES, o atendimento é individualizado, com investigação cuidadosa do diagnóstico e tratamentos atualizados — e começa sempre por uma avaliação médica, indispensável para definir a conduta adequada a cada caso.
Conteúdo revisado por Dra. Pauline Lyrio — Dermatologista · CRM/ES 10809 · RQE 8532. Especialização em Tricologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Membro da SBD e da AAD. Última atualização: 25 de setembro de 2026.
O que é dermatologia clínica?
Diferentemente da dermatologia estética, que tem como foco a aparência, a dermatologia clínica cuida da saúde da pele, embora muitos tratamentos clínicos também tragam benefícios estéticos. A pele é o maior órgão do corpo e frequentemente reflete tanto condições locais quanto sinais de doenças do organismo; por isso, a avaliação de um dermatologista é importante para o diagnóstico correto. O blog explica como a pele é formada, camada por camada.
Quando procurar um dermatologista?
É recomendável agendar uma avaliação quando você notar:
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Manchas, pintas ou lesões que mudam de cor, forma ou tamanho;
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Feridas que não cicatrizam;
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Coceira, vermelhidão ou descamação persistentes;
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Acne que não melhora com cuidados simples;
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Queda de cabelo acentuada ou alterações no couro cabeludo;
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Alterações nas unhas (descolamento, espessamento, manchas);
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Suor em excesso, a ponto de atrapalhar a rotina.
A seguir, as condições mais frequentes na dermatologia clínica, agrupadas pela queixa, cada uma com o link para a página que aprofunda o assunto.
Inflamações da pele: acne, rosácea, dermatites e psoríase
Espinhas, vermelhidão, coceira e descamação estão entre as queixas mais comuns no consultório. Por trás delas há doenças diferentes, com tratamentos diferentes.
Acne
Inflamação dos folículos pilossebáceos que aparece na adolescência e também na vida adulta; vai de cravos e espinhas a nódulos e cistos e pode deixar manchas e cicatrizes. O tratamento combina cuidados com a pele, medicamentos e, quando indicado, procedimentos: veja o tratamento de acne. Nos casos que não respondem aos tratamentos habituais, pode ser indicada a isotretinoína (Roacutan) para acne grave, com exames e retornos mensais.
Rosácea
Doença inflamatória crônica do rosto, com vermelhidão persistente, vasinhos, pele sensível e, em alguns casos, lesões parecidas com espinhas. Segundo a SBD, não tem cura, mas tem tratamento e controle, que passa por afastar gatilhos como sol, calor, frio, vento, bebidas alcoólicas e estresse. Detalhes na página de rosácea.
Dermatite seborreica e dermatite de contato
A dermatite seborreica causa vermelhidão e descamação nas áreas oleosas, como o couro cabeludo (a caspa é a forma mais leve), as sobrancelhas e as laterais do nariz, e tende a piorar no frio e em fases de estresse. A dermatite de contatoaparece onde a pele tocou um irritante ou um alérgeno, como cosméticos e metais; o tratamento começa por identificar e afastar a causa.
Dermatite atópica
Doença inflamatória crônica e não contagiosa, marcada por pele seca e coceira intensa, com períodos de melhora e de crise. É mais comum na infância, mas pode persistir ou começar mais tarde, e pode vir acompanhada de asma, rinite ou conjuntivite alérgica. A base do controle é hidratar a pele várias vezes ao dia, todos os dias, com medicamentos nas crises: veja os cuidados e o tratamento da dermatite atópica.
Psoríase
Doença inflamatória crônica e não contagiosa que forma placas avermelhadas com escamas esbranquiçadas ou prateadas, mais comuns em joelhos, cotovelos, couro cabeludo e região lombar. Também pode atingir as unhas e as articulações (artrite psoriásica). Segundo a SBD, o tratamento é individualizado e vai dos medicamentos aplicados na pele à fototerapia e aos medicamentos sistêmicos e biológicos, conforme a gravidade. Veja como diferenciar psoríase de dermatite e como a psoríase afeta as unhas.
Manchas e alterações na cor da pele
Manchas escuras ou claras têm causas muito diferentes entre si, e o diagnóstico vem antes de qualquer clareador ou tratamento.
Melasma e outras manchas
O melasma forma manchas acastanhadas, sobretudo no rosto, ligadas ao sol e a fatores hormonais, como a gravidez e o uso de anticoncepcionais. É crônico e tende a voltar; por isso, o controle exige fotoproteção rigorosa e tratamento de manutenção. Veja o tratamento de melasma. Sardas, manchas solares e marcas escuras deixadas por inflamações, como as da acne, também pedem diagnóstico antes do clareamento.
Vitiligo
Manchas brancas causadas pela diminuição ou ausência dos melanócitos, as células que dão cor à pele, com participação de mecanismos autoimunes; o vitiligo não é contagioso. O tratamento busca estabilizar as manchas e estimular a repigmentação, com resultados que variam de pessoa para pessoa: conheça o tratamento de vitiligo. Nem toda mancha branca é vitiligo; micoses e outras condições também clareiam a pele.
Infecções da pele, das unhas e dos pelos
Calor, umidade e suor favorecem fungos e bactérias. Algumas doenças não infecciosas, porém, se parecem com as infecções; por isso, confirmar a causa faz diferença no tratamento.
Micoses
Infecções por fungos na pele, nas unhas (onicomicose) e no couro cabeludo, favorecidas pelo calor e pela umidade, comuns no clima de Vitória. Como outras doenças imitam a micose, o exame micológico pode ser indicado para confirmar o fungo antes do tratamento. Veja o tratamento de micose.
Foliculite
Inflamação dos folículos dos pelos, com bolinhas avermelhadas ou com pus que podem coçar ou doer; aparece com frequência depois da depilação ou do barbear e em áreas de calor, suor e atrito. A causa mais comum é bacteriana, mas há formas causadas por fungos e a inflamação provocada por pelos encravados; o tipo define o tratamento. Veja o tratamento de foliculite.
Pintas, lesões e cicatrizes
Algumas lesões pedem investigação; outras são benignas e incomodam pela aparência; e há cicatrizes que crescem além do esperado.
Câncer de pele e pintas
O câncer de pele não melanoma é o tipo de câncer mais comum no Brasil, segundo o INCA, e o sol intenso do Espírito Santo torna a prevenção ainda mais importante. O exame da pele com dermatoscopia ajuda a identificar cedo as pintas e lesões que merecem investigação; saiba quando se preocupar na página sobre câncer de pele.
Queloide
Cicatriz que cresce além dos limites do ferimento que a originou, por excesso de colágeno, e pode coçar ou doer. É benigna, mas raramente regride sozinha e tende a voltar quando é apenas retirada por cirurgia; por isso, o tratamento costuma combinar terapias e pede acompanhamento. Veja o tratamento de queloide.
Verrugas pretas (dermatose papulosa nigra)
As "verrugas pretas" do rosto e do pescoço, mais comuns em peles negras e pardas, geralmente são dermatose papulosa nigra (DPN): lesões benignas, não causadas por vírus e não contagiosas, que podem ser removidas por motivo estético depois da avaliação. Veja verrugas pretas no rosto e DPN; a diferença entre a verruga causada por vírus e a queratose seborreica está explicada no artigo verruga ou queratose seborreica.
Unhas, cabelos e suor
A dermatologia também cuida das unhas, dos cabelos e das glândulas do suor.
Doenças das unhas
Nem toda unha alterada é micose: descolamento, espessamento, rachaduras, escurecimento e unha encravada muitas vezes têm outras causas, como trauma repetido, psoríase, contato frequente com água e inflamação ao redor da unha. Uma faixa escura nova, que aumenta ou muda de cor numa única unha, pede avaliação sem demora. Veja as doenças das unhase como cada uma é tratada.
Queda de cabelo e alopecias
A queda de cabelo tem várias causas (genéticas, hormonais, nutricionais, emocionais ou ligadas a doenças do couro cabeludo), e descobrir qual delas está em jogo é o primeiro passo. Essa investigação tem uma consulta própria, dedicada ao cabelo e ao couro cabeludo, com a tricoscopia feita ali mesmo. Veja o tratamento de queda de cabelo, os tipos de alopecia e como são tratados e como é a consulta de tricologia em Vitória ES.
Hiperidrose
Suor em excesso nas axilas, nas mãos, nos pés ou no rosto, além do necessário para regular a temperatura, a ponto de atrapalhar a rotina. Tem tratamento, dos antitranspirantes de uso médico à toxina botulínica, e a avaliação também investiga se há uma causa de base. Mais na página de hiperidrose.
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico começa pela conversa (quando o problema começou, o que melhora e o que piora, quais produtos e medicamentos você usa) e pelo exame clínico detalhado da pele, do couro cabeludo e das unhas. Quando necessário, a Dra. Pauline usa na própria consulta a dermatoscopia, que amplia pintas e lesões; nas queixas de cabelo, a tricoscopia faz o mesmo com o couro cabeludo.
Conforme a suspeita, podem ser indicados exames complementares:
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Exame micológico e cultura para fungos, quando há suspeita de micose;
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Exames de sangue, quando a pele, os cabelos ou as unhas sugerem uma alteração do organismo;
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Teste de contato, para investigar alergia a substâncias que tocam a pele;
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Biópsia de pele, diante de uma lesão suspeita ou quando o exame clínico e a dermatoscopia não bastam para fechar o diagnóstico.
A indicação de cada exame e a orientação sobre onde e como fazê-lo são dadas na consulta. A experiência do dermatologista é decisiva nessa etapa: muitas doenças de pele se parecem, e o diagnóstico correto é o que define o tratamento.
Tratamentos disponíveis
Depois do diagnóstico, a Dra. Pauline monta um plano individual, que pode combinar:
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Medicamentos de uso tópico (cremes, loções e xampus) e de uso oral, ajustados a cada doença e a cada fase;
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Pequenos procedimentos de consultório, como a eletrocoagulação de verrugas e a eletrocauterização de pequenas lesões benignas: veja os pequenos procedimentos dermatológicos;
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Toxina botulínica para o suor excessivo;
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Tecnologias como laser e microagulhamento, em indicações como manchas e cicatrizes de acne; a página de laser dermatológico em Vitória ES explica quando cada uma faz sentido;
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Orientação de cuidados diários, hidratação e fotoproteção, que sustentam qualquer tratamento.
Nas doenças crônicas, como psoríase, dermatite atópica e rosácea, o acompanhamento faz parte do tratamento: o plano muda nas crises e fica mais leve nas fases de controle. Os resultados variam de pessoa para pessoa.
Perguntas frequentes sobre dermatologia clínica
Preciso ir ao dermatologista mesmo sem nenhuma queixa?
Sim. A consulta de rotina examina a pele do corpo inteiro, inclusive o couro cabeludo, as unhas e as áreas que você não consegue ver, revisa pintas e manchas e ajusta a fotoproteção ao seu tipo de pele. Para a prevenção do câncer de pele, a SBD recomenda consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo; quem tem risco maior, como histórico de câncer de pele, muitas pintas ou muita exposição ao sol (comum no clima de Vitória), pode precisar de intervalos menores, definidos na consulta.
Doenças de pele têm cura?
Depende da doença. As micoses superficiais, por exemplo, têm cura com o tratamento adequado, embora possam voltar se os fatores que favorecem o fungo continuarem. Já doenças crônicas como psoríase, dermatite atópica, rosácea, dermatite seborreica, vitiligo e melasma não têm cura definitiva, mas têm controle: com tratamento e acompanhamento, é possível passar longos períodos com a pele estável. Os resultados variam de pessoa para pessoa.
A Dra. Pauline acompanha psoríase e dermatite atópica?
Sim, a partir dos 10 anos de idade. As duas são doenças inflamatórias crônicas da pele, e o controle depende de seguimento regular. Na consulta, a Dra. Pauline confirma o diagnóstico, diferenciando-as de quadros parecidos, como a dermatite seborreica, a dermatite de contato e as micoses; avalia a extensão e o impacto no dia a dia; e ajusta o tratamento conforme a fase: mais intenso nas crises, de manutenção nos períodos de calma.
É possível tratar cicatrizes de acne?
Sim. Há diferentes opções conforme o tipo e a profundidade da cicatriz. Segundo a AAD, o tratamento das cicatrizes costuma começar depois que a acne está controlada, para que novas cicatrizes não se formem. A página de microagulhamento para cicatrizes de acne detalha uma das técnicas; a escolha e o número de sessões são definidos na avaliação, e os resultados variam de pessoa para pessoa.
Dá para cuidar da pele e dos cabelos na mesma consulta?
Não. A consulta de tricologia é dedicada ao cabelo e ao couro cabeludo, e a primeira pede um tempo próprio: a Dra. Pauline levanta o histórico capilar, examina o couro cabeludo com a tricoscopia e avalia se há necessidade de exames para montar o plano. Por isso, as queixas de pele, como manchas, acne ou lesões, não entram nessa consulta: são agendadas como uma consulta dermatológica separada. Veja como é a avaliação do cabelo e do couro cabeludo.
Dermatologia clínica em Vitória e na Grande Vitória
O consultório fica no Centro da Praia Shopping, na Praia do Canto, em Vitória ES, e recebe pacientes de toda a Grande Vitória, como Vila Velha, Serra, Cariacica e Guarapari. O horário é de segunda a sexta, das 08:00 às 18:00. Conheça a estrutura e a localização do consultório.
O atendimento é particular. A nota fiscal e, quando necessário, o relatório médico são emitidos sem custo extra, para você pedir o reembolso ao plano de saúde quando o seu contrato prevê essa cobertura. Veja como funciona em convênios e reembolso.
Agende sua avaliação com a Dra. Pauline Lyrio
Para investigar uma alteração na pele, no cabelo ou nas unhas, ou para fazer a sua consulta de rotina, agende uma avaliação. A Dra. Pauline Lyrio é médica dermatologista (CRM/ES 10809 · RQE 8532), tem especialização em Tricologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein e é membro da SBD e da AAD.
Agende pelo WhatsApp (27) 99707-0222 ou pelo telefone (27) 3029-2222.
Conteúdo revisado por Dra. Pauline Lyrio — Dermatologista · CRM/ES 10809 · RQE 8532. Especialização em Tricologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Membro da SBD e da AAD. Última atualização: 25 de setembro de 2026.



